Quando o assunto é Voguing, Brasília não brinca em serviço. Na véspera do feriado de outubro, a cidade recebeu uma incrível ball organizada pela Factory e com produção da House of Hands Up, que movimenta a cena de Vogue na capital federal: a Factory Party Monster Vogue Ball.

Se você não quiser saber de mais nada e só assistir os vídeos, A GENTE FILMOU QUERIDA.

A festa aconteceu no Usina, um dos locais que recebe as boas festas alternativas da cidade. A ball teve o tema “Party Monster“, em referência ao filme americano que conta a história dos Club Kids de New York, do fim da década de 1980 e início dos 1990. O Fancy Crew, de Goiânia, abriu as performances e o Hands Up encerrou as apresentações. O ponto alto da noite, claro, foram as batalhas, nas categorias Runway e Vogue OTA. É claro que o BH is Voguing estava lá cobrindo e trouxemos os highlights deste BABADO da temporada brasileira de 2016.

Grupo Hansdup, de Brasília/DF (Foto: Rilbert/Factory)

Grupo Hansdup, de Brasília/DF (Foto: Rilbert/Factory)

Eles são os donos da p**** toda desta área. O grupo Handsup reúne várias das principais figuras do Vogue de Brasília que se juntaram não só para organizar a festa, mas também para dar este incrível close na abertura e encerramento.

Raio de Sol (jurado) e Thaís Natsuki (vencedora -Runway)

Raio de Sol (jurado) e Thaís Natsuki (vencedora -Runway). (Foto: Hilbert/Factory)

A primeira categoria teve como jurado Raio de Sol, em seu look Gata Negra. A passarela se encheu de looks elaborados e ousados, mas o que encantou a platéria e a banca foi o charme desta jóia do oriente, Thaís Natsuki, de Goiânia, que arrebatou o troféu da passarela com um kimono simples, mas uma presença estrondosa. O relato dos presentes não deixa espaço para interpretações: “Ela pisava e o povo gritava”.

Henrique Alves, vencedor da Factory Party Monster Vogue Ball

Henrique Alves, vencedor da Factory Party Monster Vogue Ball. (Foto: Hilbert/Factory)

As batalhas foram MUITO FEROZES e a energia fez a Usina ferver de verdade diante da competitividade e técnica desses dançarinos. Os jurados foram Paulo Henrique e Solano – ambos da House of Handsup, que também arrasaram no judges’performance, ambos a House of Hands Up. Durante todas as disputas, a reação do público foi surpreendente e muito intensa. O palco fica na altura do peito de quem estava na pista e, a cada dip e cada lance mais ousado, o barulho das mãos batendo no tablado estremecia o espaço. Mas, no final, apenas uma pode sobreviver, e o nome dela é Henrique Alves, que não deixa ninguém ganhar um troféu se ele estiver no páreo.

Eduard Kon, da House of Hands Up. (Foto: Carol Stiller)

Eduard Kon, da House of Hands Up. (Foto: Carol Stiller)

Eduard Kon, mother da House of Hands Up e chant da noite: “Tivemos só uma hora e meia, então decidimos colocar justamente as categorias mais conhecidas. Agora que firmamos esta parceria com a Factory, a ideia é fazer uma batalha por mês para fomentar e ferver Brasília. Juntos vamos mais longe!”

Foto de destaque: Kilder Alves, de Goiânia, em seu look galáxia. Foto de Rilbert, da Factory.

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